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Babel Produções | Vitor Araújo
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VITOR ARAÚJO

Show Levaguiã Terê

 

Quando Vitor Araújo surgiu pisando no piano muitos estranharam, teceram críticas, outros elogiaram, e tantos acreditaram se tratar apenas de um arroubo juvenil. Não era. Porque Vitor não pisava simplesmente no piano, ele mergulhava no instrumento como um casal adolescente descobre pela primeira vez a vontade de se perder no outro. Naquele ato o artista apresentava tudo o que propunha: imergir sem pudor ou freio. Raiz de toda concepção artística, ele dizia muito mesmo sem saber ao certo.

Gravado no Rio de Janeiro (Toca do Bandido), São Paulo (Cachuêra) e Recife (Casona), Levaguiã Terê, terceiro trabalho de Vitor Araújo, traz fortes influências de The Knife, Bjork, Animal Collective e Radiohead e é completamente diferente de tudo que Vitor já lançou, com forte presença percussiva e o casamento entre elementos eletrônicos e orquestrais. Todo o disco, desde a percussão até a orquestração para cordas e duo de trompas, tem a assinatura de Vitor. “Foi o disco que eu mais gravei instrumentos: piano, baixo synth, casiotone, surdo e vozes”, completa.

O álbum Levaguiã Terê, lançado pela Natura Musical, foi produzido por Vitor Araújo e Bruno Giorgi. Este é o primeiro disco do músico só com composições próprias e é também a sua estreia como escritor para grande orquestra.

MAIS FOTOS

A BANDA

A banda que o acompanha é formado pelo músicos Felipe S (Mombojó), Felipe Pacheco (Baleia), Hugo Medeiros (A Rua), Rafa Almeida (Cordel do Fogo Encantado) e Ameduin.

SOBRE O SHOW DO VITOR ARAÚJO

O álbum Levaguiã Terê, lançado pela Natura Musical, foi produzido por Vitor Araújo e Bruno Giorgi. Este é o primeiro disco do músico só com composições próprias e é também a sua estreia como escritor para grande orquestra.

Na versão ao vivo de “Levaguiã Terê”, foi mantido o caráter orgânico das percussões, mas agora os elementos acústicos e orquestrais dão lugar a uma formação de banda experimental. Guitarras, samples, synths, e computadores se unem ao piano de Vitor e tomam conta do palco. Apesar das mudanças instrumentais, o mundo plástico-sonoro do disco é trazido com fidelidade ao show pelo produtor, de “Levaguiã Terê”, o carioca Bruno Giorgi, que assina a engenharia de som e o design sonoro do concerto.

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